ROTOCAST #30

Rotocast #30 | Resina a R$ 20/kg: como proteger sua operação? — AO VIVO

Entenda o impacto da resina a R$ 20/kg e descubra como reduzir custos, otimizar processos e encontrar novos mercados no Rotocast #30.

1:33:51 DE CONVERSA 16 CAPÍTULOS YOUTUBE

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O que você ganha assistindo

  • Descubra como separar boatos de fatos sobre a crise da resina a R$ 20/kg e proteger sua operação sem agir por pânico.
  • Aprenda com casos reais do chão de fábrica como enxugar desperdícios invisíveis e transformar custos fixos em investimentos que destravam o caixa.
  • Conheça caminhos para reduzir custos de energia e gás, usar material reciclado com segurança e acessar o mercado de licitações, que não conhece crise.

Sobre o episódio

O boato corre solto e o pânico toma conta do chão de fábrica. A resina beirando os R$ 20 o quilo acendeu um alerta geral, e a primeira reação de muitos é estocar ou repassar o aumento sem pensar.

Neste episódio, falamos sobre como a gente vai tentar debater sobre esse tema, também tentar discutir opções, do que pode ser feito pra você estar diminuindo o impacto dessa alta nos preços da resina. Não estamos aqui para ignorar a gravidade do momento, mas para lembrar que crises passadas, como a de 2015/2016, mostraram que a adaptação é possível. E como dissemos no episódio: "porque nas crises é que você consegue abrir caminhos".

A virada que revelamos é que a salvação não está em grandes investimentos, mas nas pequenas perdas diárias que ninguém vê. Contamos o caso real de uma fábrica que, ameaçada de fechar e demitir 380 funcionários, se salvou ao atacar o desperdício escondido — do parafuso que caía e ninguém recolhia ao forno aberto e parado por minutos, devorando gás e temperatura que podia ser aproveitada no ciclo seguinte. Mostramos que o problema vai além da máquina: envolve treinar o operador para não colocar a mão no molde quente e enxergar o erro antes que ele vire refugo. E falamos também de como a gente ainda tem muito a aprender — "a gente não sabe, não é dono da verdade".

A conversa também passa por soluções para aliviar o bolso: a viabilidade do gasogênio como alternativa ao GLP, que se paga em anos dependendo do consumo, e o alerta de que uma contabilidade séria não é despesa. Provamos isso com o caso real de uma empresa que economizou quase meio milhão em um trimestre com o ajuste tributário certo — e a pergunta que fica é: "então, você ainda acha que ter uma contabilidade é um custo? Reveja seu pensamento." Ainda exploramos o universo do material reciclado com segurança, a rastreabilidade para a indústria alimentícia e a porta de saída que muita gente ignora: as licitações públicas, um nicho que, como dissemos, "não vai falar em crise. Não tem crise. E é o maior comprador que tem hoje no país".

Se você quer proteger sua operação e encontrar o caminho para atravessar a tormenta mais forte, assista ao episódio completo e veja como transformar a crise em oportunidade.

Resumo gerado com IA a partir do episódio; algumas informações podem não estar 100% precisas em relação ao conteúdo original.

Capítulos do episódio

  1. 1

    Crise da resina a R$ 20: o que é boato e como proteger sua operação

    No episódio 30, mergulhamos na crise que já bate à porta de muitas empresas, com a resina beirando os vinte reais o quilo. Discutimos a percepção do mercado, o pânico em relação aos aumentos e as lições de crises passadas, como a de 2015/2016, para mostrar que, apesar do impacto, é possível se adaptar e encontrar caminhos para minimizar os danos. Sem ignorar a gravidade, lembramos que toda crise também carrega oportunidade — e é sobre isso que falamos, com dados e experiências reais do chão de fábrica.

    A gente vai tentar debater sobre esse tema, também tentar discutir opções, do que pode ser feito pra você estar diminuindo o impacto, dessa alta nos preços aí da, da resina
    Ver aproximadamente aos 11:46
  2. 2

    Crise do combustível: por que quem se organiza na rotomoldagem atravessa a tormenta mais forte

    Quando o diesel dispara e ameaça a cadeia inteira — do frete à mesa do consumidor —, a pergunta que o chão de fábrica faz é como sobreviver sem repassar o aumento. Neste episódio, falamos do dilema entre a inflação e o desabastecimento, e mostramos que a saída não está em segurar preço, mas em enxugar custos invisíveis: a organização interna é o que separa quem se fortalece na crise de quem quebra no caminho. Contamos como a margem calculada no pior cenário — como fizemos na nossa pizzaria — virou escudo contra a sazonalidade, e relembramos nossos episódios dedicados ao desperdício invisível na rotomoldagem, porque quem não arruma a casa quando o tempo está bom não aguenta a tempestade.

    Porque nas crises é que você consegue abrir caminhos, entendeu? Então acho que isso é importante.
    Ver aproximadamente aos 16:51
  3. 3

    O desperdício invisível: quando 380 empregos dependeram de parafusos e fibras no chão

    Diante de uma crise que ameaçava fechar uma unidade inteira e demitir 380 funcionários, contamos o caso real de uma fábrica onde o time enxergou que a salvação não estava em grandes investimentos, mas nas pequenas perdas diárias — do parafuso que caía e ninguém recolhia à fibra jogada no chão. Mostramos como a contenção de despesas, treinando operadores e reaproveitando materiais, não só tirou a planta do vermelho como a tornou lucrativa a ponto de pagar despesas de outras unidades, revelando que no processo — inclusive na rotomoldagem — a sobrevivência muitas vezes está em enxergar onde o processo 'goteja'.

    Ver aproximadamente aos 22:28
  4. 4

    Alternativas ao gás GLP: investimento em gasogênio e o recado da contabilidade

    No chão de fábrica, a gente sente no bolso quando o gás e a energia disparam, e foi exatamente esse o ponto que trouxemos: será que existe um caminho para reduzir esses custos sem parar a produção? Contamos como o gasogênio surge como uma alternativa real ao GLP, capaz de gerar uma economia expressiva com gás a partir de pellets de madeira — claro, com um investimento inicial que se paga ao longo dos anos, assim como aconteceu com os painéis solares aqui mesmo no nosso estúdio, onde a conta de luz caiu de picos de setecentos reais para a faixa dos oitenta. E lembramos que, além da energia, os impostos também pesam, e por isso trouxemos a CX Contábil, que mostra como uma boa adequação fiscal pode representar uma economia gigantesca — afinal, contabilidade séria não é custo, é investimento.

    Você tendo essa possibilidade de estar fazendo um investimento, que não é um investimento barato… mas quem tem realmente interesse a longo prazo, quando eu falo em pagar um equipamento desse, se paga aí dependendo do teu consumo, dois, três anos, cinco anos.
    Ver aproximadamente aos 27:28
  5. 5

    Contabilidade é custo? Um case de R$ 480 mil que ficou no caixa

    No chão de fábrica, poucos assuntos parecem tão distantes e burocráticos quanto a contabilidade — e muitos empreendedores a tratam como um mal necessário. Neste trecho, mostramos como essa visão está errada, contando o caso real de uma empresa de transporte que, com o ajuste tributário certo, economizou quase meio milhão de reais em um único trimestre; e falamos também de como a gente ainda tem muito a aprender — 'a gente não sabe, não é dono da verdade'. A conversa expõe o perigo de negligenciar essa área e revela o insight que muda o jogo: uma contabilidade séria não é despesa, é o investimento que pode destravar o caixa e manter o dinheiro onde ele gera mais empregos e receita.

    Então, você ainda acha que ter uma contabilidade é um custo? Reveja seu pensamento.
    Ver aproximadamente aos 32:30
  6. 6

    Contador que não pagava imposto e operador com mão no molde: quando o erro só aparece depois da bomba

    Neste trecho, contamos o caso real de uma empresa que confiou a contabilidade a um profissional que recebia os encargos, mas não repassava os impostos — e só descobriu a pendência na hora de abrir um novo CNPJ, depois de oito meses de prejuízo acumulado. Mostramos como a falta de controle e de orientação vira dor de cabeça jurídica e financeira, e defendemos que, além de uma contabilidade séria, o segredo está em ter uma equipe de produção bem treinada — porque, como vimos no exemplo do operador que punha a mão no molde para testar o resfriamento, o colaborador que não entende o processo não percebe o erro até que este vire refugo na mão. Falamos do trabalho da CX Contábil e da Portal Rotomoldagem em capacitar quem está no chão de fábrica, para que a peça queime ou deforme já na primeira peça, não após horas de produção perdida.

    Ele nunca observou isso, mas um dia ele para ali pra olhar ali: "oxe, pera aí, quanto tempo que isso vem acontecendo?" Aí começa levantar histórico, a dor de cabeça que você vai ter.
    Ver aproximadamente aos 37:48
  7. 7

    O forno parado que devorava seu lucro: o desperdício oculto no ciclo de rotomoldagem

    No chão de fábrica, um ciclo que parecia perfeito escondia um vilão silencioso: o forno aberto e parado por três a cinco minutos, enquanto a peça ainda quente aguardava resfriamento. Falamos sobre como esse desconhecimento, e não falta de preparo, virava desperdício de gás, tempo e eficiência, e revelamos que o verdadeiro gargalo muitas vezes não é o aquecimento, mas o resfriamento — e que ajustes visuais e sensoriais, como avaliar a peça com uma luva pigmentada, já economizam sem grandes investimentos, embora a medição precisa com parceiros como a Rotomax leve a operação ao estado ótimo. A conversa mostrou que o problema vai além da máquina: envolve zoneamento, barulho de ventiladores e até visita da polícia, e que soluções simples, como reduzir a velocidade do ventilador à noite, evitam dores de cabeça e mantêm a produção saudável.

    Poxa, mas que desperdício de tempo. Forno aberto, parado Nossa! Entendeu? Desperdiçando lá a temperatura que ele podia aproveitar no outro ciclo lá, a peça rodando lá dentro enquanto tá resfriando lá.
    Ver aproximadamente aos 42:50
  8. 8

    Rastreabilidade: o alerta que falta para quem usa reciclado na indústria alimentícia

    No chão de fábrica, um detalhe quase invisível vira questão de segurança: se a resina é atóxica, por que o desmoldante, o pigmento ou o spray de proteção podem ser tóxicos? Contamos o caso real de uma indústria que aplicava um spray nocivo em equipamentos para laticínios, revelando como a contaminação se esconde nos insumos que ninguém rastreia. E mostramos o caminho: com aditivos certos e procedência garantida, o material reciclado deixa de ser vilão e vira economia — sem abrir mão da segurança alimentar.

    Por mais que você não se atente a esse detalhe, é o caso do desmoldante. O teu produto, a tua resina, ela é atóxica, legal. E o que você tá colocando ali é próprio pra isso? O teu pigmento é próprio pra isso? O teu desmoldante é próprio?
    Ver aproximadamente aos 47:52
  9. 9

    Material reciclado ou recuperado: o que muda no custo e na qualidade

    No chão de fábrica, a dúvida sobre usar resina virgem ou reciclado é constante, e o custo de ficar refém das altas de preço assusta. No entanto, a conversa mostra que o problema vai além da economia: muitos terceirizam a recuperação sem saber se o material que volta é o mesmo, e outros optam por processos internos para ter domínio sobre a sobra. A verdade é que plástico não é alumínio — exige reposição de UV, odor e resistência mecânica, e é preciso distinguir material reciclado (degradado) de recuperado (tratado), algo que discutimos com um cliente ao ver caixas d'água moídas sem análise prévia. A virada vem ao destacarmos a necessidade de laboratório para avaliar o material e aditivos para compensar a degradação, lembrando que plástico é infinitamente reciclável, mas desde que você o recupere — e ainda falamos sobre a pesquisa que estamos conduzindo sobre porosidade em moldes.

    O plástico tem resistência mecânica, é, cheiro, UV, então tem tudo isso que você tem que fazer a reposição, não adianta que não é igual um alumínio, por exemplo.
    Ver aproximadamente aos 53:23
  10. 10

    Porosidade e reciclagem: as dores que corroem seu molde e seu lucro

    No chão de fábrica, a porosidade do molde pode transformar uma simples extração de peça em uma batalha de mais de uma hora, alongando ciclos e comprometendo o acabamento. Discutimos como tecnologias de compensação e desmoldantes especiais, como os trazidos pela Mirai Química, minimizam esses efeitos e aceleram o retorno do investimento. E fomos além, provocando o debate sobre a incorporação de 20 a 30% de reciclado na produção — mostrando que, com matéria-prima de qualidade e rastreabilidade, é possível manter a atoxicidade até em produtos como caixas d'água, desmistificando a exigência de material virgem.

    Já cheguei até citar uns exemplos aqui de um molde que trabalhava lá, ficou mais de uma hora pra tirar a peça lá.
    Ver aproximadamente aos 59:01
  11. 11

    Caixa d'água com 30% reciclado: a cadeia vai ter que se adaptar

    A conversa gira em torno das novas regras que exigem a incorporação de 20 a 30% de material reciclado em produtos como caixas d'água, um movimento que já está a caminho de virar lei. Mostramos como isso afeta não só quem fabrica, mas toda a cadeia, inclusive normas e órgãos fiscalizadores. E revelamos o caminho para quem quer se adiantar: parcerias para garantir a rastreabilidade e laudos de atoxicidade, além de uma empresa especialista em adequação documental que monitora licitações — com dois editais já abertos para banheiro químico e playground.

    A diferença do reciclado hoje tá muito pouco pro virgem. Será? Vai chegar lá, vai chegar, pode ter certeza, porque com essa crise, mais essas exigências, o próprio mercado vai fazer com que o material tenha essa disparidade de preço.
    Ver aproximadamente aos 1:04:05
  12. 12

    Licitação: o mercado que não conhece crise e pode ser a porta de saída da sua empresa

    Neste capítulo, revelamos um nicho de mercado frequentemente ignorado pela indústria da rotomoldagem: as licitações públicas. Enquanto muitos fabricantes temem a burocracia ou desconhecem o potencial de vender para órgãos governamentais, nós mostramos um caso real em que um cliente quase se surpreendeu com o próprio preço, perdendo oportunidades por achar que não estava preparado. Falamos sobre as novas regras da lei de licitações, que reduziram dores de cabeça antigas, e sobre como o Portal Rotomoldagem pode ajudar a colocar sua empresa na cara do gol, pronta para concorrer a contratos que não dependem do humor da economia.

    É um nicho de mercado que não vai falar em crise. Não tem crise. Entendeu? E é o maior comprador que tem hoje no país.
    Ver aproximadamente aos 1:09:17
  13. 13

    Oito toneladas ou oito meses de dinheiro parado? O risco de estocar demais em tempos de crise

    Quando a escassez de matéria-prima bateu no mercado, vimos empresas se apavorarem e estocarem quantidades absurdas — como aquele cliente que comprou oitenta toneladas de uma vez, deixando dinheiro parado que poderia virar máquina nova, molde ou contratação. Falamos sobre como essa crise específica, que tirou produtos de circulação porque os catadores pararam de rodar, não travou o setor: quem vive do mercado busca alternativa e segue investindo, com cautela. E contamos o caso do senhor que estocou cinquenta pacotes de arroz na pandemia — até hoje comendo arroz velho, enquanto quem não pôde comprar naquele dia ficou sem. No fim, o insight é a adaptação: crise para uns é oportunidade para outros, e o equilíbrio entre precaução e ousadia está em planejar — mas não parar a produção por medo.

    Se você vive daquilo, você tem que buscar alternativa, você não vai parar.
    Ver aproximadamente aos 1:14:19
  14. 14

    Redução de custo sem pânico: o caminho seguro em tempos de crise

    Em meio à escassez de resina e à volatilidade do mercado, a tentação de agir pelo medo é grande — mas decidir sem base em fatos pode custar caro. Neste episódio, mostramos que a única decisão 100% assertiva é investir em redução de custo, seja treinando a equipe ou otimizando processos, e revelamos um caso em que um simples conhecimento teria evitado o descarte de peças recuperáveis. Além disso, contamos como nossa consultoria já na primeira visita identifica economias que pagam o investimento, muitas vezes de imediato.

    Reduzir custo não é investimento perdido nunca, porque em essência isso já é assertivo.
    Ver aproximadamente aos 1:19:31
  15. 15

    Análise que se paga: como um detalhe observado já reduz custo antes da contratação

    Muitas vezes, uma empresa hesita em chamar uma consultoria pelo custo do deslocamento e da análise, mas falamos como essa visita já costuma revelar problemas imediatos — às vezes por telefone — que pagam o investimento na hora. Mostramos que, geralmente, são apenas ajustes de processo, não grandes aportes em equipamento, e que o valor da análise vira crédito na contratação, sempre baseado no que a empresa pode ganhar. No fim, contamos o caso do diretor que não aguentava ver material caído no chão, reforçando que o desperdício visível é o primeiro sinal de onde o dinheiro está sendo perdido.

    Eu tenho um diretor que falava lá que ele entrava na fábrica assim, ó, colocava a mão de lado pra ele não ver o material caído no chão… Eu falei: 'Tá vendo? É desperdício'.
    Ver aproximadamente aos 1:24:41
  16. 16

    Oportunidades para quem quer entrar na rotomoldagem sem começar do zero

    Neste encerramento do episódio, o Portal mostrou que o mercado de rotomoldagem está cheio de atalhos para quem quer entrar ou mudar de segmento: mão de obra treinada, galpões prontos e dezenas de moldes e equipamentos à venda — de manequins a caçambas de coleta seletiva, com a demanda aquecida por conta das eleições. Também abrimos a porta para quem busca visibilidade, deixando claro que anunciar ou participar do ROTO Cast é gratuito, e que novidades como cursos de aplicação de Teflon e parcerias com injeção e sopro estão chegando. O recado final é direto: quem quer diversificar ou investir em serviços especiais encontra aqui o caminho, com treinamento incluso na compra e uma comunidade qualificada pronta para crescer junto.

    Se você quiser também participar do ROTO Cast, entra em contato com a gente que a gente não cobra nada pra participar, né? Então, é, dá pra você divulgar a sua empresa, o seu serviço aqui de maneira gratuita.
    Ver aproximadamente aos 1:29:44

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