ROTOCAST #29

Rotocast #29 | Redução de custo – Tecnologia de Desmoldante e aditivos especiais feat. Satio Okamoto

Aprenda a eliminar o spray, usar reciclado com aditivos certos e economizar até R$3,81/kg. Tudo sobre desmoldantes e aditivos especiais no Rotocast #29.

1:29:43 DE CONVERSA 17 CAPÍTULOS YOUTUBE

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O que você ganha assistindo

  • Descubra como eliminar a etapa de aplicação de desmoldante no molde com um aditivo em pó que se incorpora ao material, reduzindo retrabalho e riscos de toxicidade no chão de fábrica.
  • Aprenda a usar material reciclado com qualidade técnica comprovada, entendendo a química dos polímeros e como aditivos específicos permitem economizar até R$ 3,81 por quilo sem sacrificar a peça.
  • Conheça a linha completa de aditivos especiais — do anti-canela ao antiestático — e veja como cada um resolve um problema real de produtividade, estética ou segurança na rotomoldagem.

Sobre o episódio

A conta que muda o jogo na rotomoldagem

Todo rotomoldador conhece o drama: o desmoldante em spray que inflama, a limpeza do molde a quase 300°C, a primeira peça descartada por causa da película oleosa. E quando o assunto é reduzir custo com reciclado, o medo de entregar uma peça ruim trava qualquer tentativa. Neste episódio, falamos sobre como a Mirai Química transformou essas dores em soluções patenteada, a partir de uma bronca histórica que recebemos de um diretor de produção italiano em Torino: "Olha, você que formula desmoldante, cê tem que fazer uma coisa melhor… Porque esses desmoldante é inflamável, tóxico, tem que aplicar no molde, tem que ficar limpando o molde…"

A virada que apresentamos é um desmoldante em pó que se incorpora ao material na extrusão ou pigmentação. Elimina a etapa de aplicar produto no molde, é atóxico e — o mais impressionante — vai limpando o molde a cada ciclo em vez de sujar. "O próprio material vai limpando o molde, o material copia o acabamento do molde e outra, é um material totalmente atóxico" — e com uma dosagem mínima de apenas 0,3%, os ao longo da conversa.

Mas não paramos por aí. Mostramos que a redução de custo de verdade vem de uma conta simples: usar reciclado com a aditivação correta. No exemplo de um vaso, dá para economizar R$ 1,81 por quilo usando 50% de reciclado — e um cliente nosso que usa 100% de material recuperado com o PoliRenew já exporta para os Estados Unidos e Europa. "Quando você compra uma resina virgem, ela já vem aditivada… A partir do momento que você começa a utilizar reciclados, você tem que repor isso" — e é exatamente essa reposição técnica que separa a economia inteligente do risco na aplicação.

Falamos ainda dos bastidores da química: por que o polietileno recicla mais vezes que o PET, o desafio do canela escuro, o antiestático que salvou uma carga para a Fiat, o antiodor que encapsula moléculas quimicamente e a recuperação de porosidade em moldes de alumínio sem solda TIG. É uma aula prática de como ganhar produtividade e qualidade sem abrir mão da segurança e da sustentabilidade — e como a informação certa ainda é o aditivo mais poderoso que existe. Como dissemos no episódio, "quando você se esconde, nem o cliente, nem o vendedor chega até você". Assista ao episódio completo e veja como aplicar essas soluções no seu chão de fábrica.

Resumo gerado com IA a partir do episódio; algumas informações podem não estar 100% precisas em relação ao conteúdo original.

Capítulos do episódio

  1. 1

    Décadas de plástico e um futuro chamado Mirai: como nasce um aditivo patenteado

    No episódio 29, recebemos Satio Okamoto, engenheiro químico com quase cinquenta anos de estrada no plástico — das linhas verticalizadas da Mercedes-Benz e Fiat à texturização de moldes com a gigante Standex —, e ele abre o jogo sobre a Mirai Química, empresa que fundou com a missão de desenvolver produtos ecológicos e sustentáveis. Entre uma amostra e outra, Satio revela a origem do nome ('Mirai em japonês significa futuro') e nos mostra o primeiro fruto dessa trajetória: o RM21, um produto patenteado que promete mexer com o mercado de aditivos e desmoldantes.

    Ver aproximadamente aos 5:21
  2. 2

    O desmoldante em pó que nasceu de uma bronca em Torino e virou patente nossa

    No chão de fábrica, os desmoldantes tradicionais cobram seu preço: são inflamáveis, tóxicos, exigem limpeza constante do molde e descartam a primeira peça — sem falar nas latinhas que ninguém quer ter que descartar. Foi exatamente essa dor que um diretor de produção italiano, o Giuseppe, jogou na nossa cara durante um tryout que atrasou o dia inteiro, e o recado ficou guardado por anos. Quando finalmente assumimos o desafio, lembramos daquela bronca e desenvolvemos um produto que se incorpora ao material na extrusão ou na pigmentação, eliminando a etapa de aplicar desmoldante no molde e os problemas que vêm com ela.

    Olha, você que formula desmoldante, cê tem que fazer uma coisa melhor… Porque esses desmoldante é inflamável, tóxico, tem que aplicar no molde, tem que ficar limpando o molde… E o de injeção, esse spray aí, as primeira peça que tem que jogar fora.
    Ver aproximadamente aos 10:28
  3. 3

    Desmoldante que limpa o molde: como o Mirai RM21 elimina porosidades

    Se você lida com desmoldantes na rotomoldagem, sabe o drama: os líquidos formam película que 'mata' o acabamento, incrustam no molde a quase 300°C e exigem limpezas frequentes — sem contar os riscos de toxicidade e inflamabilidade dos solventes. Foi pensando nisso que apresentamos o Mirai RM21, uma tecnologia atóxica à base de água que, em vez de sujar, vai limpando o molde e copiando perfeitamente o acabamento — eliminando até porosidades, o que é decisivo para quem trabalha com moldes de alumínio ou plástico reciclado. Ao longo do episódio, explicamos as diferenças entre as bases solvente e água, mostramos por que os desmoldantes tradicionais exigem retrabalho e revelamos casos reais de clientes que usam o produto até para evitar defeitos superficiais — com uma dosagem mínima de apenas 0,3%. Embarque nessa história e descubra como é possível ganhar produtividade e qualidade sem abrir mão da segurança e da sustentabilidade.

    O próprio material vai limpando o molde, o material copia o acabamento do molde e outra, é um material totalmente atóxico.
    Ver aproximadamente aos 15:30
  4. 4

    Desmoldagem sem mistério: o aditivo que resolve até reciclado que gruda

    No chão de fábrica, a dor é clara: tem reciclado que gruda, molde com porosidade escondida e desmoldante que não performance. Falamos de como o Miraya RM21, com apenas três gramas por quilo, resolve até o composto problemático, e explicamos os bastidores da recuperação de porosidade em moldes de alumínio — desde o jateamento com óxido até a texturização que revela o defeito. No fim, mostramos que o mesmo silicone modificado serve para a injeção, só que peletizado, como o DI 40, fechando o ciclo de quem quer desmoldar bem sem dor de cabeça.

    Zero vírgula três? Três gramas por quilo é suficiente pra você ter uma excelente desmoldagem.
    Ver aproximadamente aos 20:42
  5. 5

    Desmoldante em gotas: 50 mil peças com uma só aplicação?

    No chão de fábrica, a pergunta que não quer calar é: por que todo mundo aceita parar a produção para reaplicar desmoldante a cada poucas peças? Neste episódio, falamos sobre a revolução silenciosa dos desmoldantes em pelete e apresentamos o Ultra Release, um produto que aplicamos em gotas e que, nos testes que trouxemos da Magneti Marelli, alcançou números impressionantes — 25 mil peças em policarbonato, 15 mil em ABS e mais de 50 mil em tubos de PET com uma única aplicação. A conversa revela o segredo: a cura de 12 horas (ou 2 horas a 90°C) e a aplicação mínima eliminam a deformação causada pelo excesso de produto, reduzem a perda de ciclo e acabam com aquela limpeza de molde nos fins de semana — tudo com um simples frasco de 100 ml.

    Eu preciso piorar esse produto — brinquei com isso
    Ver aproximadamente aos 25:46
  6. 6

    Desmoldante em pellet: o fim do aerossol e do desperdício na injeção

    Ao comparar o desmoldante tradicional em aerossol com a versão em pellet, revelamos um problema comum no chão de fábrica: as primeiras peças saem oleosas, riscadas ou com bolhas — e muitos empreendedores as descartam, sem contar o desperdício do spray que se perde no ar e a dificuldade de alcançar nervuras profundas. Com o pellet misturado à matéria-prima na dosagem de 2%, a homogeneização garante a desmoldagem em todos os pontos da peça, eliminando perdas e latas para descartar, um ganho direto em produtividade e sustentabilidade. E, para fechar, falamos do plástico como material irrenunciável — presente até em 80% do volume de um carro — e da urgência de avançar na reciclagem técnica no Brasil, rumo à economia circular.

    Cê joga muito, ele falha a peça, joga pouco, não desmolda. E quando você usa um pellet, ele tá misturado na matéria-prima, então em todos os pontos ele vai desmoldar.
    Ver aproximadamente aos 30:48
  7. 7

    Decreto 12688/25: o reciclado com qualidade que a rotomoldagem precisa

    Neste trecho, colocamos em pauta o decreto 12688/25, que já obriga o uso de 20% a 30% de plástico rastreado — e muita empresa ainda nem sabe disso. Contamos como o mercado sempre teve medo do reciclado por causa de experiências ruins, e revelamos a solução que desenvolvemos para mudar esse jogo: o aditivo PoliRenew, que evita a perda de propriedades a cada ciclo e permite usar mais material reciclado sem entregar peça ruim. O desafio, como mostramos, não é reciclar, é recuperar com qualidade.

    O desafio é você usar o reciclado com qualidade. Não adianta nada eu reciclar e entregar um produto ruim pra meu cliente. Ele não vai performar, a peça não vai ficar boa.
    Ver aproximadamente aos 35:55
  8. 8

    Por que o polietileno recicla mais vezes que o PET? A química por trás da estabilidade

    No chão de fábrica, a pergunta que não quer calar é: por que alguns plásticos aguentam mais ciclos de reciclagem do que outros? Neste episódio, mergulhamos na química dos polímeros para explicar que a tal da estabilidade vem da cadeia simples do polietileno, enquanto o PET e o PVC, com suas ramificações e grupos pesados, perdem propriedades rapidamente. E não paramos aí: mostramos como um aditivo específico segura essas propriedades, permitindo uma reciclagem em cascata que traz o material de volta ao topo, e ainda contamos casos reais de contaminação entre poliolefinas — um desafio que, com o aditivo certo, deixa de ser motivo de dor de cabeça.

    O polietileno, ele tem uma cadeia simples e estável. … O PVC tem o grupo vinila, o PET tem o grupo benzeno lá, tudo que tiver isso na cadeia, são matérias mais difíceis de reciclagem.
    Ver aproximadamente aos 40:56
  9. 9

    Polipropileno no Brasil: por que a tecnologia existe, mas a informação chega atrasada?

    Diante da pergunta sobre a adoção de materiais como o PP no Brasil, desvendamos o cenário real: enquanto lá fora resinas diferenciadas e aditivos específicos tornam o processo viável, por aqui ainda predomina o polietileno linear, com pouquíssimas exceções — como o caso de uma empresa que rotomolda PP para espelhos retrovisores de ônibus. Nessa conversa, falamos que o gargalo não é exatamente a falta de aditivos, mas a carência de informação e atualização no setor, e destacamos que a missão do Rotocast e do Start Rota é justamente levar essa mentalidade nova para quem está chegando, para que, juntos, a gente caminhe para um mercado mais aberto e preparado.

    Aqui a gente tá carecendo de informação, mais do que tecnologia.
    Ver aproximadamente aos 45:59
  10. 10

    Como reduzir custo na rotomoldagem sem perder qualidade: a conta que muda o jogo

    Falamos sobre uma dúvida que surge quando a gente quer reduzir custo com reciclado: como fazer a correção dos aditivos? Mostramos que a mistura de resina virgem com reciclado precisa ser feita antes da micronização, junto com a aditivação certa e o uso de canela, e que dá para economizar R$ 1,81 por quilo usando 50% de reciclado, como no exemplo de um vaso. O caminho é técnico, mas o ganho é direto no bolso.

    Quando você compra uma resina virgem, ela já vem aditivada… A partir do momento que você começa a utilizar reciclados, você tem que repor isso.
    Ver aproximadamente aos 51:10
  11. 11

    Reciclado de 100%? A conta que derruba o preço do quilo sem derrubar a peça

    Quando o preço da resina virgem dispara, a pergunta que todo rotomoldador faz é se dá para cortar custo sem sacrificar qualidade — e foi exatamente isso que atacamos neste trecho, mostrando na prática a economia por quilo conforme se sobe a porcentagem de reciclado: a R$ 7 o quilo, ir a 60% já devolve R$ 2,31, e em 90% chega a R$ 3,81. Contamos o caso de um cliente que usa 100% de material reciclado com o Polylenew e exporta para os Estados Unidos e Europa, com peças que passaram nos testes e ficaram até melhores, mas sem esconder a ponderação técnica: para um tanque de 50 mil litros, por exemplo, a escolha certa ainda é virgem com índice de fluidez baixo, porque impacto e fluidez andam em sentidos opostos — e é esse equilíbrio que separa economia inteligente de risco na aplicação.

    O mercado exigindo, né? Ele me mostrou as peças, ele falou: 'Ó, as peças ficaram melhor do que quando usava uma parte de', enfim. Fez vários testes… E ele usa hoje 100%, tá feliz da vida pra caramba.
    Ver aproximadamente aos 56:10
  12. 12

    Reciclagem na rotomoldagem: por que o medo de usar material reaproveitado persiste?

    No chão de fábrica, existe um tabu: usar material reciclado é visto como risco, mas a conversa revela que, com rastreabilidade de procedência, é possível aplicar até 20% de resina reaproveitada sem perder qualidade — como vimos no caso dos para-choques da Fiat, que proibiam o uso até que um estudo provasse o contrário. Trouxemos o exemplo do fornecedor em Jundiaí que terceirizava a moagem só por uma regra internalizada, e mostramos como o receio, muitas vezes, esconde desconhecimento: o mesmo gestor que proíbe solvente na fábrica usa um desmoldante muito mais tóxico no molde sem perceber. A virada está na mudança de mentalidade: em vez de tratar reciclado como produto de segunda linha, falamos de uma reciclagem de primeira ordem, desde que a origem do lixo seja rastreável — caso contrário, é como jogar desodorante em porco, inútil e arriscado.

    Aí esses materiais, é, é que nos– você não precisa nem chamar de reciclado, é uma reciclagem de, de primeira ordem. É, primeira linha. É do próprio material, entendeu? Você pode usar tranquilo… Quinze, vinte por cento não, não muda nada, entendeu, Júlio?
    Ver aproximadamente aos 1:01:11
  13. 13

    Da Fiat ao Methon: quando a dificuldade vira o motor da inovação no Brasil

    Quando a conta aperta e o futuro é incerto, esperar o problema virar crise não é opção — e foi exatamente na adversidade que o Brasil se provou criativo. Falamos de como grandes montadoras, mesmo com todo o seu rigor e busca por tecnologia, abriram espaço para soluções que nasceram da necessidade, como o Methon que importamos para o país e o pioneirismo em painéis termoformados que nem os gringos sabiam fazer. A conversa desemboca num chamado: reciclar não basta, é preciso recuperar o material com qualidade técnica e rastreabilidade, porque o que estudamos — da espessura do vaso à resistência mecânica — mostra que o país já exporta solução para quatro nações, esperando só que mais gente troque o receio do reciclado pela mentalidade de quem sabe adaptar-se antes que a conta fique cara demais.

    Às vezes é que você falou, né, a dificuldade, é difícil, mas vamo fazer. Vamo ter que fazer. Tem que, tem que tentar fazer, né? Fizemos, né? E o Brasil… o Brasil criativo, brasileiro criativo. Sabe? Esse é o diferencial nosso.
    Ver aproximadamente aos 1:06:25
  14. 14

    Aditivos na rotomoldagem: do antiodor que neutraliza quimicamente ao antiestático que salva brinquedos e cargas

    Neste capítulo, mergulhamos no universo dos aditivos essenciais para a rotomoldagem, desvendando como cada um resolve problemas reais do chão de fábrica. Começamos pelo antiodor, explicando a diferença crucial entre mascarar cheiros com essências e a nossa solução que atua quimicamente por adsorção, encapsulando as moléculas do odor — essencial para o uso de reciclado, que pode vir com cheiros de queima, tinta ou até de carne em pallets de frigorífico. Em seguida, exploramos o antiestático, mostrando por que um escorregador de parque infantil ou uma caixa plástica que acumula poeira durante o transporte podem se tornar problemas sérios de segurança e apresentação, e como a escolha certa entre o efeito temporário e o permanente faz toda a diferença. Contamos o caso real de uma carga enviada para a Fiat, onde a caixa chegou com aparência de usada por causa da estática, e mencionamos clientes que precisam de proteção permanente para transportar explosivos — tudo para revelar que a seleção do aditivo certo vai muito além do básico, impactando desde a imagem do produto até a segurança do usuário final.

    Existe outra família que é, ele atua quimicamente, é o nosso caso. nosso aditivo, ele atua quimicamente… por adsorção, não absorção. Por adsorção, ele acaba encapsulando as moléculas de odor, e acaba tirando esse odor.
    Ver aproximadamente aos 1:11:32
  15. 15

    Canela escuro? O aditivo que devolve a cor clara sem brigar com a pigmentação

    Quando o canela reciclado chega escuro demais, quem precisa de peças claras acaba recorrendo a doses extras de pigmento — e o tom desanda de vez. Neste episódio, apresentamos o anti-canela, um aditivo que clareia o material sem alterar sua estrutura, resolvendo o drama de quem quer aproveitar a redução de custo sem sacrificar a estética. E ainda conectamos a conversa ao EVA: entender o teor de VA e usar aditivos de barreira faz toda a diferença no resultado final.

    O anti-canela ele deixa o canela mais claro. Ele tira esse escurecimento do canela.
    Ver aproximadamente aos 1:16:43
  16. 16

    Porosidade em molde: por que a solda TIG abre um buraco e o que usar no lugar

    No chão de fábrica, a recuperação de porosidade em moldes de alumínio costuma virar dor de cabeça: usar solda TIG a mil graus ou massa plástica comum só agrava o problema, porque o material dilata e solta a peça em ciclos de temperatura. Falamos de um caminho que resiste a mais de quinhentos graus, dispensa trincas e ainda permite usinar depois — e contamos o caso de um creme labial da Sabrina Sato cuja embalagem só foi aprovada porque o desmoldante usado era atóxico, lembrando que produto bom exige embalagem à altura. Entre o ensaio visual das canelas e a enquete lançada para mapear quem enfrenta esse defeito, mostramos que existe solução técnica sem rendição ao improviso.

    O nosso suporta acima de quinhentos, se for caso.
    Ver aproximadamente aos 1:21:54
  17. 17

    Desmoldante em pó pode eliminar um dos maiores temores da rotomoldagem — e o que isso revela sobre parcerias que geram mercado

    Fechamos este episódio percebendo que a dor de perder um molde é quase um medo universal no chão de fábrica — mas, como lembramos, o desmoldante em pó já elimina esse problema quando a causa é a liberação da peça, sobrando a umidade e outros fatores que o mercado conhece bem. E foi exatamente essa conversa aberta, sem guardar conhecimento, que nos mostrou o quanto a parceria com a Mirai Química nos abre um leque novo: agora conseguimos enxergar caminhos para ajudar clientes que querem recuperar material ou superar dificuldades específicas. Afinal, quando a informação circula de verdade, ninguém fica escondido — nem o cliente chega até a solução, nem a solução chega até quem precisa.

    Quando você se esconde, nem o cliente, nem o vendedor chega até você
    Ver aproximadamente aos 1:26:58

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