Estreou em: 06/12/2025 ROTOCAST #16

Rotocast #16 | Quanto custa, de verdade, 1 kg da sua peça rotomoldada? | AO VIVO

Aprenda a calcular o custo real por kg da sua peça rotomoldada sem achismo. Veja como justificar seu preço, evitar prejuízos escondidos e orçar com segurança.

1:11:04 DE CONVERSA 13 CAPÍTULOS YOUTUBE

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O que você ganha assistindo

  • Descubra como calcular o custo real por quilo da sua peça rotomoldada, evitando orçamentos no escuro que afastam clientes ou corroem sua margem.
  • Aprenda a justificar um preço acima da concorrência, comunicando o diferencial que sua experiência e seu processo agregam ao produto final.
  • Receba dicas práticas para precificar com segurança, incluindo os custos que quase ninguém calcula, como encargos trabalhistas e perdas de processo.

Sobre o episódio

Orçar no escuro é uma das dores que mais derrubam operações de rotomoldagem. Quem nunca perdeu uma venda por medo de cobrar caro, ou esqueceu uma variável no levantamento e levou prejuízo silencioso? No episódio de hoje, enfrentamos essa tensão de frente e escancaramos o problema: muitos transformadores não sabem o custo real do próprio quilo de produto acabado e, por isso, chutam as contas, ignoram despesas diretas e indiretas e acabam ou espantando o cliente ou trabalhando de graça.

A virada começa quando paramos de achar e passamos a calcular. E como dissemos no episódio: "A gente não consegue fazer exatamente o custo, porque depende de muitas variáveis, muitos fatores, mas vamos tá colocando aqui agora pra que vocês façam todo esse levantamento e já vão saber quais são os pontos principais que vocês têm que analisar, tomar cuidado e realmente colocar aquilo como custo." Mostramos que o caminho não é leilão, mas fair play — "é preciso conhecer o mercado, sem leilão, mas com fair play — chegar com o valor, ouvir o parceiro e negociar até um acordo justo." E falamos também sobre como a gente ainda tem muito a aprender, como o caso real de um fornecedor que chegou com preço alto, sem diferencial algum, e que, após uma conversa franca, entendeu que preço alto só se sustenta com diferença clara: "O meu diferencial, qual que é? … Se ela perdeu dez por cento lá, ele diz que aquilo é normal dentro do processo, é normal dentro do processo de quem?" Esse é o tipo de pergunta que revela o custo escondido.

O Preço Justo que Carrega Reputação

Não se trata apenas de fechar a conta, mas de justificar o valor. Reforçamos que ter quarenta anos de experiência não adianta nada se ela fica escondida — "Só vai ver o que esses quarenta anos na hora que você passa orçamento." E o cliente precisa conhecer quem está por trás do serviço para entender a diferença entre um molde de 90 mil e um de 250 mil, onde o know-how e a confiança justificam o investimento. Contamos o caso do cliente que economizou na fundição errada e pagou depois com recuperação de porosidade e revestimento — e como falamos pra ele: "Acabou ficando mais caro." Mostramos que a justiça nos negócios, nem explorar nem ser explorado, é o que constrói relações duradouras. E, para isso, revelamos o número que poucos consideram e que arranca os cabelos quando chega o terceiro: os 70% de encargos trabalhistas que precisam ser provisionados mensalmente. O conhecimento é a única coisa que você leva da empresa, e como lembramos no episódio: "Isso só Deus tira." Abrir o jogo e compartilhar informação é o que faz a rotomoldagem crescer junta, porque "você ficar sozinho, você tira a oportunidade das pessoas chegarem até você."

Aperte o play e veja como colocar a conta na ponta do lápis sem achismo, para transformar sua operação em uma referência de preço justo e competitivo. Assista ao episódio completo e comece a calcular o que realmente importa.

Resumo gerado com IA a partir do episódio; algumas informações podem não estar 100% precisas em relação ao conteúdo original.

Capítulos do episódio

  1. 1

    Precificação na rotomoldagem: o risco de orçar no escuro e a calculadora que muda o jogo

    Começamos o episódio encarando uma dor que derruba muita operação: a dificuldade real de compor o custo por quilo de uma peça rotomoldada acabada, que leva a orçamentos altos demais e vendas perdidas. Falamos sobre como até quem já está em operação acaba esquecendo variáveis no levantamento, e por isso reforçamos que ninguém faz esse cálculo com exatidão sem antes conhecer os pontos certos a analisar.

    A gente não consegue fazer exatamente o custo, porque depende de muitas variáveis, muitos fatores, mas vamos tá colocando aqui agora pra que vocês façam todo esse levantamento e já vão saber quais são os pontos principais que vocês têm que analisar, tomar cuidado e realmente colocar aquilo como custo.
    Ver aproximadamente aos 4:00
  2. 2

    Sem noção de custo, transformador perde negócio — e o erro está no cálculo por quilo

    Em um papo direto, contamos o caso real de um orçamento que veio tão alto que obrigou uma pesquisa de mercado — e revelou um problema comum no chão de fábrica: transformadores que não sabem calcular o próprio custo por quilo de produto acabado. Falamos sobre como muitos chutam as contas, ignoram custos diretos e indiretos, e acabam ou tomando prejuízo ou espantando clientes com preços fora da realidade. E mostramos o caminho: é preciso conhecer o mercado, sem leilão, mas com fair play — chegar com o valor, ouvir o parceiro e negociar até um acordo justo.

    Aí eu vi que o quanto é importante você ter essa noção do que você vai tá colocando dentro do teu custo direto e indireto. Acho que isso é fundamental.
    Ver aproximadamente aos 9:07
  3. 3

    O preço sem diferencial e a perca escondida: o custo real que ninguém calcula

    No chão de fábrica, a pergunta que não quer calar é: como justificar um preço acima do mercado quando não se sabe nem onde estão suas próprias perdas? Neste episódio, mostramos o caso de um fornecedor que chegou com preço alto sem ter diferencial algum — era só o mesmo molde que já rodava conosco — e, após uma conversa franca, fechamos em um valor compatível, porque ele entendeu que preço alto só se sustenta com diferença clara.

    O meu diferencial, qual que é? … Se ela perdeu dez por cento lá, ele diz que aquilo é normal dentro do processo, é normal dentro do processo de quem?
    Ver aproximadamente aos 14:14
  4. 4

    Quando o orçamento do molde vem barato demais, é sinal de dor de cabeça na certa

    Aprendemos no chão de fábrica que conhecimento não ocupa espaço — mesmo quando um curso não se aplica ao produto que fabricamos, ele nos ensina a dominar o processo e saber quando usar cada ferramenta. Essa mesma lógica vale para orçamentos: contamos casos reais em que fornecedores mandaram preços tão baixos que não cobriam nem a chapa, e como orientamos esses parceiros a recalcular antes que o prejuízo viesse. No fim, mostramos que a justiça nos negócios — nem explorar, nem ser explorado — é o que constrói relações duradouras e transforma clientes em multiplicadores da nossa causa.

    A única coisa que você leva da empresa é o que você aprende lá dentro. Isso só Deus tira.
    Ver aproximadamente aos 19:17
  5. 5

    Comunidade aberta e percepção de valor: por que o molde de 250 mil pode valer mais

    No chão de fábrica, a tentação de guardar conhecimento e focar só no lucro ainda fecha portas — mas defendemos o oposto: compartilhar informação para a rotomoldagem crescer junta, como no grupo ativo que estamos formando para debater temas como a calculadora de custos. E essa abertura é o que sustenta a percepção de valor, já que o cliente precisa conhecer quem está por trás do serviço para entender a diferença entre um molde de 90 mil e um de 250 mil, onde o know-how e a confiança justificam o investimento. Mostramos que o barato pode sair caro e que bons profissionais de chapa entregam qualidade comparável ao alumínio, provando que o preço justo é aquele que carrega reputação.

    Você ficar sozinho, você tira a oportunidade das pessoas chegarem até você.
    Ver aproximadamente aos 24:42
  6. 6

    Molde caro ou furado? A conta que o preço baixo esconde

    No chão de fábrica, a desconfiança com o preço de um molde bem-acabado é constante — e mostramos o caso do fabricante artesanal que usa o que produz, cujo carrinho gari feito em chapa parecia alumínio de tão perfeito. Mas contamos também a história do cliente que economizou na fundição errada e pagou depois com recuperação de porosidade e revestimento, revelando que justificar o valor exige referência confiável. Por isso, apresentamos a solução que estamos construindo: um cadastro de fornecedores com avaliação verificada, no estilo Mercado Livre, para que a reputação e o histórico de quem erra ou acerta falem por si.

    Eu falei pra ele: 'Acabou ficando mais caro'.
    Ver aproximadamente aos 29:53
  7. 7

    O contador pode afundar ou alavancar a sua rotomoldagem (e o cálculo que revela o custo real por peça)

    Nem todo parceiro contábil entrega o mesmo valor — alguns até atrasam a empresa, mas o contador certo conhece os caminhos legais para reduzir encargos e enxugar custos, como aquele que estruturou até o aluguel do carro do diretor dentro da operação. Falamos sobre a importância de avaliar a capacidade real do equipamento de transformar resina, usando uma média de 12 a 13 rodadas por braço dentro do forno para calcular a produção mensal e, a partir daí, dimensionar mão de obra, consumo de gás e energia. No fim, mostramos que conhecer o limite da máquina e trabalhar pela capacidade máxima é o primeiro passo para colocar a conta na ponta do lápis sem achismo.

    Ele pode ajudar o seu, a sua empresa a crescer ou afundar tua empresa.
    Ver aproximadamente aos 34:54
  8. 8

    O preço que foge: como calcular o custo real sem perder dinheiro na rotomoldagem

    Quando o preço foge do controle, o problema quase sempre está no que não foi calculado: desmoldante aplicado a cada peça, encargos que ninguém reserva e até o imposto que muda conforme o destino do produto. Neste trecho, mostramos o passo a passo para levantar custos diretos e indiretos, do gás à vaselina, e revelamos o número que poucos consideram — os 70% de encargos trabalhistas que, se não forem provisionados mensalmente, viram dor de cabeça na hora do décimo terceiro. Ao final, fica claro que saber calcular e consultar uma contabilidade para enquadrar a empresa no regime certo é o que separa um orçamento competitivo de um prejuízo silencioso.

    Tem muita empresa que não faz isso. Então é por isso que cê arranca os cabelos quando chega o terceiro.
    Ver aproximadamente aos 39:59
  9. 9

    Seu concorrente não é o inimigo: o cliente é sua melhor pesquisa de preço

    No chão de fábrica, a dor de cabeça com fornecedores e indicações erradas é real — e contamos um caso recente que nos levou a um desabafo: todo mundo erra, mas o que faz a empresa após o erro é o que define sua seriedade. Falamos também sobre como a diferença entre regiões é gritante e como a melhor forma de se posicionar no mercado não é espionar concorrentes, mas conversar com o cliente — sem citar nomes, apenas para direcionar o trabalho com mais precisão e evitar queimar a largada.

    Todo mundo erra, toda empresa vai errar em algum momento da vida. Mas assim, o que aquela empresa faz pra consertar o erro? Esse que é o mais importante.
    Ver aproximadamente aos 45:02
  10. 10

    Por que o seu preço está acima do concorrente? Justifique o valor que ninguém vê

    Num papo direto sobre a real do chão de fábrica, a gente confrontou a pergunta que tira o sono de todo rotomoldador: se o meu preço é mais alto, como justificar? Mostramos que não adianta ter quarenta anos de experiência se ela fica escondida — é preciso comunicar o diferencial para o cliente enxergar o valor, e não apenas o número do orçamento. E fomos além, destrinchando o que realmente compõe o custo — depreciação de molde, manutenção preventiva e corretiva, produtividade e o tempo de retorno do investimento — com a dica de que paciência é fundamental, porque ninguém recupera tudo amanhã, mas dá para acelerar o ROI com escolhas inteligentes.

    Não adianta nada você ter quarenta anos de experiência na rotomoldagem. Mas só que tá escondido. E ninguém sabe disso. Só vai ver o que esses quarenta anos na hora que você passa orçamento.
    Ver aproximadamente aos 50:11
  11. 11

    Oportunidade rara: empresa de 25 anos no mercado com linha pet completa para vender

    Neste trecho, falamos sobre as oportunidades que chegam ao marketplace do Portal, com um alerta importante: equipamento usado exige cuidados, mas cada um tem seu bolso adequado. Contamos o caso de uma empresa com 25 anos de mercado que foi vendida e agora coloca à venda sua linha pet completa — com moldes, equipamentos, ensinamento de operação e até distribuidores parceiros que querem retomar a relação. Mostramos que o vendedor quer se dedicar a produtos de maior valor agregado e que quem comprar entra já com clientes na mão, pagando pouco e se pagando rapidinho — além de outras máquinas recém-chegadas, como uma rotomec de três metros com preço excelente e disponível em janeiro.

    É uma grande oportunidade, a fábrica tá lá pra conhecer, quem quiser ir lá, entre em contato com a gente. É um investimento, pelo que ele tá oferecendo, é muito pouco, é muito pouco. Se paga rapidinho.
    Ver aproximadamente aos 55:22
  12. 12

    Fábricas de playground à venda e um convite para patrocinar a evolução da rotomoldagem

    Fechamos o episódio abrindo o jogo sobre as oportunidades que estão no mercado — como fábricas inteiras de playground em Santa Catarina e Rio Grande do Sul disponíveis para quem quiser começar já com clientela — e adiantamos o que vem por aí: uma calculadora no site e um papo sobre usinagem sequencial com o senhor Rafael Renes, mostrando como um inserto inadequado pode rachar a peça. Mas a conversa ganhou um tom de convocação: para o projeto crescer, a Portal precisa de patrocinadores e parceiros que acreditem na ideia, e deixamos claro que quem entrar agora vai consolidar presença num mercado nichado e qualificado.

    A oportunidade de você consolidar, né, a sua presença no mercado, né? Porque a gente tá com esse projeto, mas a gente tá pensando no futuro, né, de médio a longo prazo.
    Ver aproximadamente aos 1:00:50
  13. 13

    Membros fundadores: a rota para ser referência em rotomoldagem

    Quando se trata de crescer no mercado de rotomoldagem, não basta ser mais um fornecedor. Neste capítulo, mostramos como empresas bem estabelecidas ainda precisam provar seu valor além de um simples 'conte comigo'. Por isso, apresentamos um projeto inédito no Brasil, que vai colocar a Portal na liderança e oferecer a empresas de todos os segmentos — de insertos a desmoldantes — a chance de se tornarem membros fundadores, transformando suas marcas em verdadeiros showrooms e referências antes da concorrência. A oportunidade é real, mas quem não agir agora pode ver outra empresa ocupar esse lugar.

    Aquilo pra ele vai ser um showroom. Então pessoal, vai ser um showroom pra todas as empresas que quiserem participar desse projeto de grande relevância no mercado.
    Ver aproximadamente aos 1:06:16

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