START ROTO #15

Start Roto #15 | Posso fazer meu próprio molde? — Pontos de atenção — AO VIVO

Será que você deve fabricar o próprio molde? Aprenda com casos reais os erros de projeto que geram perdas de R$ 44 mil por ano e os 4 pilares para dominar.

1:29:59 DE CONVERSA 17 CAPÍTULOS YOUTUBE

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O que você ganha assistindo

  • Descubra por que fabricar o próprio molde pode ser a decisão mais arriscada da sua fábrica — e o que avaliar antes de internalizar esse processo.
  • Aprenda a identificar e eliminar os vilões silenciosos que geram perdas de até R$ 44 mil por ano, como cantos vivos, respiros entupidos e linhas de fechamento mal projetadas.
  • Entenda como dominar os quatro pilares (máquina, molde, material e mão de obra) para parar de perder dinheiro por falta de conhecimento técnico.

Sobre o episódio

Quem vive o chão de fábrica já se pegou olhando para um molde e pensando: "será que eu não faço isso aqui em casa?" A tentação é imensa, mas a resposta pode definir o sucesso ou o fracasso de um projeto. No episódio #15 do Start Roto, recebemos essa pergunta de frente e fomos muito além do "sim" ou "não": contamos os bastidores dessa decisão e os cuidados essenciais antes de qualquer um internalizar esse processo, um dos mais críticos de toda a operação.

E, como sempre, reforçamos que ninguém precisa repetir os erros que já cometemos — e nem os que vimos por aí. A conversa passou pela trajetória do pesquisador Nilton Nicolette, que cedeu 45 anos de estudo ao Portal. E foi aí que o tamanho do desafio apareceu com clareza: "temos um grande orgulho em dizer que é um brasileiro, Nilton Nicolette". Enquanto as empresas tops do Brasil operam no nível 2 de maturidade, ele pesquisa o nível 12, e os mais avançados do mundo chegam ao 10. Esse é o fosso que precisamos enxergar.

A virada veio quando mostramos que fazer o molde não é só soldar chapa. Um cliente trouxe um vaso modelado em impressora 3D e descobriu na hora que as cavidades internas exigiam fundição em alumínio — o molde nem escaparia em aço carbono. E como dissemos na live: "uma cagadinha que você der na conta, que cê faz errado, cê já matou o molde". A consequência disso é um custo invisível que corrói o lucro a cada ciclo: detalhes esquecidos, como um respiro que não foi colocado ou uma contração calculada errada, viram retrabalho infinito. Citamos o caso real de um cliente com oito moldes vazando 600 gramas de material por rodada — um desperdício de R$ 44 mil por ano. Nas contas que fizemos ao vivo: "é um desperdício danado… Ele podia aproveitar aquele material lá e reciclar e voltar pro processo".

Na parte mais técnica, abominamos os cantos vivos e mostramos o perigo das paredes próximas. Um raio mal projetado concentra material e deixa a peça fraca a ponto de rasgar, mas a técnica da ponte forçada transforma o defeito em reforço estrutural. O mesmo vale para a linha de fechamento: se o fechamento não é perfeito, o aquecimento dilata as chapas, o material vaza e a peça nasce deformada. Corrigimos com uma simples barra de 3/8" criando uma flange e com o truque do labirinto. A verdade é que dominar o processo é o que separa quem sobrevive de quem quebra a máquina. E, no fim, ainda mostramos que "a gente não sabe, não é dono da verdade" — por isso, compartilhamos as ferramentas e o Curso Essencial de Rotomoldagem, que tira participantes do zero absoluto para resolver 80% dos problemas de produção.

Se você quer parar de perder dinheiro por falta de conhecimento e saber exatamente quando vale a pena fazer o próprio molde, assista ao episódio completo agora.

Resumo gerado com IA a partir do episódio; algumas informações podem não estar 100% precisas em relação ao conteúdo original.

Capítulos do episódio

  1. 1

    Fazer o próprio molde em casa: por que essa decisão pode definir o sucesso ou o fracasso da sua fábrica de rotomoldagem

    O décimo quinto episódio do Start Roto abre com uma pergunta que todo empreendedor de rotomoldagem já se fez: será que dá para fabricar o próprio molde em casa? Apresentamos o ponto de partida dessa jornada — a etapa de estruturação do projeto e os cuidados essenciais antes de internalizar esse processo, um dos mais críticos de toda a fábrica. E, como sempre, reforçamos que ninguém precisa repetir os erros que cometemos no chão de fábrica: a informação certa e o apoio de parceiros são o que separa um projeto sustentável de um natimorto.

    A gente não sabe, não é dono da verdade
    Ver aproximadamente aos 5:21
  2. 2

    O salto do nível 2 ao 12 na rotomoldagem: a parceria que revela o tamanho do nosso atraso

    No capítulo de hoje, voltamos à questão que inquieta quem está começando: é hora de fazer o próprio molde ou contratar especialistas? Revisitamos a trajetória do nosso amigo e pesquisador Nilton Nicolette, que cedeu 45 anos de pesquisa para o Portal e nos mostrou um termômetro impressionante: enquanto as empresas brasileiras tops operam no nível 2, ele pesquisa o nível 12, e as mais avançadas do mundo chegam ao 10. A partir dessa parceria, falamos sobre a necessidade de dominar os quatro pilares — máquina, molde, mão de obra e material — e contamos como, na prática, desenvolvemos fornecedores locais para fugir dos prazos longos, deixando claro que fazer molde exige mais que solda: exige conhecimento transferido.

    Então nós temos um grande orgulho em dizer que é um brasileiro, Nilton Nicolette.
    Ver aproximadamente aos 10:23
  3. 3

    Molde de vaso em 3D: quando a peça bonita exige fundição em alumínio

    No chão de fábrica, a pergunta que sempre chega é: 'dá pra fazer essa peça em rotomoldagem?' E a resposta nunca é um 'sim' automático — como contamos no episódio, um cliente trouxe um vaso modelado em impressora 3D e descobriu que, por causa das cavidades internas, o molde não escaparia em aço carbono: tinha que ser fundido em alumínio, com abertura pensada já no projeto. Foi aí que o papo virou para o alerta central da conversa: quem está começando não deve fazer o primeiro molde em casa, porque a peça que parece simples pode esconder armadilhas de execução — e recomendamos terceirizar com quem já tem estrada, validar o produto no mercado e só então estruturar a própria produção.

    Uma cagadinha que você der na conta, que cê faz errado, cê já matou o molde
    Ver aproximadamente aos 15:43
  4. 4

    O custo invisível que corrói o lucro: por que o molde não é só copiar a peça

    No chão de fábrica, a conversa expôs um problema que assombra quem fabrica o próprio molde: cada detalhe esquecido no projeto — o respiro que não foi colocado, a contração calculada errada em 0,5% para uma peça técnica, ou a tampa que sai fechada e precisa ser cortada fora — vira um custo invisível que suga o lucro a cada ciclo produtivo. Mostramos o caso do parceiro que fazia moldes impressionantes sem estrutura formal, e do cliente que perde até um quilo de material por peça a vinte e dois reais o quilo, para revelar o insight central: economizar na fabricação do molde pode inviabilizar o processo, e o que parece economia vira retrabalho que pagaria três ou quatro moldes especializados.

    É uma camada só, ela não é oca. … Só a casca dela, né? Ela é muito fraca.
    Ver aproximadamente aos 20:48
  5. 5

    Oito moldes vazando 600 gramas: o cálculo que revela R$ 44 mil perdidos por ano

    No chão de fábrica, um cliente terceirizado tinha oito moldes perdendo cerca de 600 gramas de material a cada rodada — e, para piorar, aquela resina nem voltava para o processo dele, simplesmente ia embora como desperdício. Fizemos as contas ao vivo: quatro quilos por rodada, 52 quilos por dia, R$ 3,7 mil por mês e R$ 44 mil por ano jogados fora. Mostramos como nossa calculadora de perdas, disponível no site, expõe esse valor escondido e aponta uma economia potencial de 45% — material que poderia ser diluído e reaproveitado no próprio ciclo.

    É um desperdício danado… ele podia aproveitar aquele material lá e reciclar e voltar pro processo, mesmo que ele não usasse ele 100%, mas que fosse diluindo juntamente com o material virgem que ele já usa.
    Ver aproximadamente aos 26:19
  6. 6

    Desvendando a Calculadora e o Curso Essencial de Rotomoldagem

    No chão de fábrica, uma peça torta ou esfarelando pode parecer um mistério sem solução, e a falta de comunicação entre a TI e o operacional só aprofunda o problema. Neste trecho, mostramos como uma simples calculadora de custos revela a diferença que um bom parceiro de resina faz — com uma redução de 45% no custo do quilo — e apresentamos o Curso Essencial de Rotomoldagem, da Ciência ao Chão de Fábrica, que tira participantes do zero absoluto para um nível avançado de conhecimento, capacitando-os a resolver 80% dos problemas de produção. Com turmas já definidas em Guarulhos e planos de expansão para o Nordeste, Sul e Minas Gerais, fica claro que o caminho para a eficiência começa com educação prática e parcerias certas.

    A gente nao sabe, nao e dono da verdade
    Ver aproximadamente aos 31:36
  7. 7

    Falta de conhecimento custa caro: a rotomoldagem que para por não saber contração

    Falamos sobre como a falta de mão de obra qualificada faz empresas inteiras travarem a produção, e como o conhecimento certo vira ouro: quem se certifica sai na frente, conquista salário melhor e é disputado de norte a sul — sem precisar nem completar trinta minutos com o telefone tocando. E fomos além: mostramos que não adianta copiar uma peça se o molde não nascer para a rotomoldagem, porque esquecer a contração do material pode transformar a desmoldagem num pesadelo — com peça presa, máquina levantando mil quilos e horas perdidas num processo que era para ser simples.

    Pare de perder dinheiro por falta de conhecimento
    Ver aproximadamente aos 36:55
  8. 8

    Cantos vivos e paredes próximas: os vilões silenciosos da rotomoldagem

    Neste episódio, mergulhamos fundo nos problemas que mais causam dor de cabeça no chão de fábrica: cantos vivos e paredes muito próximas. Mostramos, com exemplos práticos, como um raio mal projetado pode concentrar material em um ponto e deixar a peça fraca a ponto de rasgar, enquanto um raio bem feito distribui a espessura uniformemente. Contamos o caso real de um cliente que quase condenou um molde de três metros, avaliado em 150 mil reais, até descobrirmos que o erro estava no projeto — e que uma simples quebra no canto vivo poderia salvá-lo. Fechamos com a regra de ouro: abomine cantos vivos, respeite as distâncias mínimas entre paredes, e lembre-se de que até roscas podem ser projetadas para evitar pontos de falha.

    Canto vivo a gente geralmente abomina isso, né
    Ver aproximadamente aos 41:56
  9. 9

    Parede próxima nem sempre é problema: a técnica da ponte forçada que transforma defeito em reforço estrutural

    No meio de um alerta importante sobre os riscos da dobra em peças rotomoldadas, voltamos à pergunta que ronda o chão de fábrica: afinal, parede muito próxima é sempre ruim? Mostramos que não — e revelamos a técnica da ponte forçada, que usa o contato entre as paredes para criar um reforço estrutural de verdade, com a regra prática de pelo menos duas vezes e meia a espessura do material para o espaçamento mínimo. Entre um exemplo e outro, celebramos com a audiência os 250 inscritos do canal e reforçamos o compromisso de quem vive esse mercado nichado: cada inscrito é um multiplicador de conhecimento para quem está começando ou enfrentando dificuldades.

    A parcela que o Ícaro tá falando, é importante nós atingirmos, porque a gente vê aí seguidores aí de alguns… milhões. Não, nós temos poucos, mas são pessoas de qualidade
    Ver aproximadamente aos 47:08
  10. 10

    Ponte forçada no molde: a diferença entre uma aba mole e um reforço estrutural

    Quando falamos de paredes muito próximas no molde, o risco de surgirem pontes indesejadas é real — e citamos o caso das caçambas de lixo, onde a aba saía mole e até aceitável para uso na rua, mas virou problema quando o destino era um condomínio. Foi então que mostramos como o fabricante resolveu ao respeitar o distanciamento mínimo de 25 milímetros e criar uma dobra que gera a chamada ponte forçada — aquela que parece um biscoito de polvilho cheio de buracos, mas que na prática é um reforço estrutural que deixa a peça quase sólida e firme. E falamos também de como isso se conecta à fluidez do material, à necessidade de reversão na máquina e à importância de conhecer essas variáveis para decidir com consciência se você quer evitar ou provocar intencionalmente esse efeito no seu produto.

    É que nem você, o pessoal faz tesoura pra estrutura, né? Eles colocam viga em cima, outra embaixo, depois faz aquele cruzamento. É essa finalidade, né, justamente essa finalidade.
    Ver aproximadamente aos 52:19
  11. 11

    Contabilidade que devolve dinheiro: quando o imposto vira investimento

    Começamos com uma provocação que mexe com qualquer gestor: será que contabilidade é só custo ou pode ser o melhor investimento da empresa? Mostramos um caso real de economia tributária, onde uma empresa de transporte que faturou R$ 2,54 milhões em um trimestre deixou de pagar R$ 480 mil em impostos com planejamento adequado. E na sequência, ainda explicamos como a contração do plástico pode ser sua aliada ou vilã na hora de tirar uma peça do molde, com exemplo prático de projeto.

    Você ainda acha que contabilidade é um custo pra sua empresa ou é um investimento? Eu vou provar pra vocês que ela é um baita investimento.
    Ver aproximadamente aos 57:45
  12. 12

    Por que sua peça não sai do molde? Ângulo de saída e contração na rotomolagem

    Quando a pergunta é sobre a taxa de contração a considerar no projeto, respondemos com a média de três por cento em todas as dimensões — e mostramos na prática como aplicar isso no desenvolvimento do molde, principalmente em peças com medidas críticas como mil milímetros. Mas a conversa revela que o verdadeiro desafio está na geometria: se o ângulo de saída for negativo ou neutro, a peça prende e não sai, mesmo com a contração calculada. Contamos o caso real de uma peça com uma aba que, por ter ângulo neutro, criava uma região que prendia o molde — e como esses detalhes definem quem está apto a produzir peças técnicas no Brasil, em um nível de precisão que poucos dominam.

    Então ela tá fechada aqui nesse grau, aí a peça não sai. Isso é um ângulo de saída. Ou ela é reta ou ela é positiva pra peça. […] Se ela for negativa, peça não sai.
    Ver aproximadamente aos 1:03:02
  13. 13

    Quando o respiro entupido deforma todas as peças na rotomoldagem

    No chão de fábrica, uma peça que era produzida em fibra de vidro foi migrada para a rotomoldagem e logo revelou um desafio crítico: a geometria prendia a peça no molde durante o resfriamento, exigindo técnicas especiais, como injeção de ar, que nem sempre são viáveis na rota por deixarem marcas. Mas foi em uma visita a uma empresa que encontramos o caso mais revelador: todas as peças saíam deformadas e ninguém sabia o motivo. Descobrimos que os moldes não tinham respiro — um detalhe técnico fundamental para a troca de gases e controle de pressão. Após instalarmos um simples tubo de teflon, o problema desapareceu completamente, e destacamos como algo tão pequeno pode ser a diferença entre uma peça perfeita e uma remessa inteira inutilizável.

    Quando você não tem um respiro, o molde vai buscar o ar, vai começar a gerar pressão lá dentro, e ele vai pegar justamente no fechamento do molde. Aí vai começar a furar, vai ter uma série de problemas.
    Ver aproximadamente aos 1:08:03
  14. 14

    Linha de fechamento: o ponto crítico que pode deformar seu molde e vazar material

    No chão de fábrica, a linha de fechamento do molde é uma armadilha silenciosa: se o fechamento não for perfeito, o aquecimento dilata as chapas, o material vaza e a peça nasce com bolhas ou empenada. Falamos de um caso real em que uma chapa de aço carbono de 2,75 mm dobrou a aba e não fechava, e a solução veio com uma barra de 3/8" embaixo, criando uma flange — mas sem exagerar na espessura para não virar isolante térmico. Mostramos também o truque do labirinto, um guia externo que força o material a fazer uma curva para vedar sem reto, e a importância de limpar, tirar desmoldante acumulado e escolher bem onde colocar o respiro — porque ali fica um furo que pode virar ponto de fragilidade, e até os flutuadores levam tampão de borracha depois. Fechamos com a pergunta que todo mundo faz: dá para fazer molde em casa? Dá, sim, mas com todos esses cuidados — e se a dúvida for econômica, a gente orienta antes para você não gastar duas vezes no mesmo molde.

    A hora você olhava o molde, a peça tava assim, ó. Então quer dizer, ela não conseguia fechar direito lá, porque por mais próximo que você coloque aqueles grampos de fecho rápido lá, ele vai ficar uma distância de pelo menos trinta centímetros. Aqui não dilata, mas aqui ele começa a expandir na hora do aquecimento lá e começa a vazar material e deforma cada vez mais o molde.
    Ver aproximadamente aos 1:13:21
  15. 15

    Molde mal feito: o erro que começa em você e vira dor de cabeça do cliente

    Neste episódio do Portal Rotomoldagem, falamos sobre a importância de dominar o processo produtivo antes de se aventurar na fabricação de moldes, destacando os quatro pilares — máquina, molde, material e mão de obra. Mostramos que improvisar sem conhecimento técnico é um risco que começa na sua operação e pode se transformar em prejuízo sério, como no caso de um flutuador que afunda ou um escorregador que causa acidente — e revelamos que registrar cada alteração feita no molde é essencial para não repetir erros, além de anunciar que em breve traremos especialistas em moldes usinados para aprofundar o tema.

    Você dominando o processo, você entendendo o processo, você consegue dominar o tal 4M, que é o que a gente fala, que são a máquina, molde, material e mão de obra.
    Ver aproximadamente aos 1:18:28
  16. 16

    Ferramentas que resumem horas em minutos: o valor do conhecimento acumulado

    Encerrando mais uma etapa da nossa jornada, mostramos que a verdadeira eficiência no chão de fábrica vem do conhecimento acumulado — como aquela apresentação que antes levava horas e hoje fazemos em cinco minutos com as ferramentas que nós mesmos desenvolvemos. Contamos o clássico caso do engenheiro do navio, que cobrou R$ 10 mil por uma martelada depois de seis anos de estudo para saber exatamente onde bater, e revelamos que o próximo passo dessa estruturação será o layout de fábrica, com a importância do just in time, além de avisar que vem aí um Rotocast especial sobre queimadores com uma parceria fechada.

    Não, eu estudei seis anos, que eu fiz faculdade, fiz especialização, seis anos pra chegar lá resolver o seu problema em dez minutos, entendeu? Pra saber onde eu ia dar martelada pra funcionar.
    Ver aproximadamente aos 1:24:07
  17. 17

    Um encerramento com hora marcada e o making of que quase ficou de fora

    Fechamos o episódio com aquele clima de despedida de quem já está pensando no próximo compromisso — e até brincamos com a nossa própria organização, marcando a próxima conversa para sexta ao meio-dia. Antes do abraço final, ainda lembramos do making of que quase escapou, direcionando todo mundo para o nosso Instagram, porque bastidores também fazem parte da história que contamos por aqui.

    E não esqueça do nosso… Rotocast. Não, do quê? Vai fazer chamadinha agora, daqui a pouco lá na, colocar no- Ah, no making of! No making of! Esqueceu o nome. Nosso making of lá no Instagram.
    Ver aproximadamente aos 1:29:28

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