Estreou em: 29/11/2025 ROTOCAST #15

Rotocast #15 | A nova era da rotomoldagem feat. André Signor Rototécnica | AO VIVO

Rotomoldagem vai além de caixas d'água. Veja como a máquina 5.0 da Rototécnica com tela WEG, alertas por voz e supervisão inteligente transforma o chão

1:32:47 DE CONVERSA 18 CAPÍTULOS YOUTUBE

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O que você ganha assistindo

  • Descubra como a rotomoldagem pode ir muito além de caixas d'água e parquinhos, revelando um mercado cheio de oportunidades inexploradas no Sudeste.
  • Aprenda a escolher a máquina certa para a sua realidade — da Open Flame ao carrossel — e evite os erros que custam caro no chão de fábrica, como lotes com a cor errada ou fornecedores de qualidade vergonhosa.
  • Veja em primeira mão o futuro da operação: uma máquina 5.0 com tela touch da WEG, alertas por voz e supervisão inteligente que eliminam o 'saber oculto' do operador e previnem desastres antes que o fogo comece.

Sobre o episódio

Quem vive o chão de fábrica sabe: inovação não é só ter uma máquina nova e brilhante no galpão. É conseguir destravar a produção, acabar com o gargalo do saber oculto e não depender de um único operador que esconde os segredos do painel. A tensão começa aí, quando o atraso técnico trava o crescimento e a concorrência parece sempre um passo à frente — e a gente sabe bem como é, como dissemos no episódio: “A gente quando vai fazer remoto assim, às vezes a gente sempre tem um probleminha técnico ou outro”, mas é nos bastidores que a solução começa a tomar forma.

No Rotocast #15, naquele papo ao vivo que flerta até com a ideia de pendurar uma costela num forno rotacional, a gente foi fundo na história por trás da Rototécnica. Uma empresa que nasceu da sacada de vinte anos atrás, filha de um grupo que domina a fabricação de climatizadores em SMC, com centros de usinagem capazes de comportar moldes de trinta toneladas. E o mais impressionante: eles herdam uma bagagem de uma companhia centenária que fechou, mas cujos ex-funcionários viraram referência na América Latina. A virada que o episódio revela é essa: o problema não é falta de tecnologia no Brasil, é falta de conhecimento. Enquanto no Sul o setor é mais maduro, no Sudeste ainda associam a técnica a vasos e caixas de água. Nós temos bem certinho a curva de onde as pessoas mais buscam esse assunto, e é aí que mora a oportunidade.

A máquina que ensina, avisa e fala

E é olhando para esse vão de mercado que a conversa destrincha o futuro. Porque escolher o equipamento certo — de uma Open Flame a um carrossel — deve seguir a necessidade real de quem está começando, sem sensores desnecessários, mas sem comprometer a qualidade. A gente mostrou o caso de um fabricante que saltou de uma peça por dia para vinte ou trinta ao trocar a fibra de vidro pela rotomoldagem. E fomos além do portfólio de máquinas Shuttle e RotoLab para provar o que parece impossível sair do forno.

O ponto alto é a máquina 5.0 que está sendo montada com uma tela touch inédita da WEG. Uma tela que não só responde a gestos de celular, mas que pode dar alertas falados — como “Atenção, verifique tal coisa” — e, se um sensor falhar, ela abre um vídeo mostrando exatamente como o operador deve agir. É o fim do operador no escuro, que só percebe o problema quando a fumaça aparece. Falamos de supervisórios inteligentes, câmeras que enxergam dentro do forno e do conceito de receita que evita o vexame das duzentas peças azuis quando o pedido pedia dez azuis e vinte pretas. E tem mais: a tecnologia permite aquecer o forno a 300 graus em apenas um minuto e dez, um salto de eficiência que muita gente ainda não conhece.

O atalho que economiza tempo e dinheiro

No fim das contas, tudo dá problema — “É como você vai encarar esses problemas, de que forma você contorna esses problemas, que vai dar o resultado final” —, e foi isso que a gente trouxe para o centro da mesa. A diferença entre um projeto que empaca e um que roda forte está na somatória das escolhas certas: treinar as pessoas, usar insumo de qualidade, migrar peças de metal ou madeira para o polietileno com design arrojado e, principalmente, não trilhar esse caminho sozinho. Buscar parceiros sérios, que abrem as portas para você acompanhar cada etapa dos testes e que preservam o sigilo do seu produto é o que separa uma oportunidade segura de um risco desnecessário. A ocasião pede coragem para inovar aqui, com humildade e com quem entende do processo do início ao fim. Aperte o play e veja como a próxima revolução da sua fábrica pode começar com uma conversa.

Resumo gerado com IA a partir do episódio; algumas informações podem não estar 100% precisas em relação ao conteúdo original.

Capítulos do episódio

  1. 1

    Como a Rototec nasceu de uma sacada de vinte anos atrás e quer transformar suas máquinas em inovação

    Quando o assunto é rotomoldagem, muita gente ainda acha que inovação é só ter máquina nova — e foi essa percepção que nos levou a abrir o microfone para o André Signor apresentar a Rototec. O problema que mora no chão de fábrica é aquele atraso técnico, o gato pulando a mesa na gravação, mas a conversa descontrai quando André revela a raiz da empresa: filhos da Rotoplast, que nasceu há vinte anos fazendo peças para avicultura e suinocultura e hoje é uma das maiores fábricas de climatizadores do mundo.

    A gente quando vai fazer remoto assim, ás vezes a gente sempre tem um probleminha técnico ou outro, né? Como a equipe é meio reduzida ainda, ainda… Normalmente gente já tem problema técnico.
    Ver aproximadamente aos 2:51
  2. 2

    Do climatizador ao molde de 30 toneladas: a evolução fabril que poucos dominam no Brasil

    A conversa destrincha a trajetória de uma empresa que nasceu fabricando climatizadores e, ao longo do caminho, foi deixando outros produtos de lado para se aprofundar nesse nicho. Dentro da Rotoplastic, eles migraram da fibra spray up para o RTM e, finalmente, para o SMC — um processo de moldagem em folhas que poucas empresas no Brasil dominam de forma tão verticalizada, fabricando desde a massa até o molde. Falamos sobre como essa evolução exigiu investimentos altíssimos em tecnologia, com centros de usinagem capazes de comportar moldes de trinta toneladas, e como a Rototécnica, filha desse grupo, herdou toda essa capacidade de inovação e produção de qualidade.

    Ver aproximadamente aos 7:52
  3. 3

    De 1903 ao mercado carente: como nasceu a Rototécnica e por que a rotomoldagem ainda é desconhecida no Sudeste

    No episódio, reconstruímos a origem da Rototécnica a partir de uma empresa centenária que fechou, mas cujos ex-funcionários espalharam conhecimento e viraram referência na América Latina. Contamos como carregamos essa bagagem — de pultrusão a vacuum forming — e como enxergamos a rotomoldagem como um mercado cheio de oportunidades ainda pouco exploradas. Também levantamos a diferença regional: enquanto no Sul o setor é mais conhecido, no Sudeste ainda associam a técnica a caixas d'água e vasos, e mostramos como nossos dados de tráfego revelam onde o interesse realmente cresce.

    A gente percebe aonde as pessoas buscam mais, é, esse, esse tipo de assunto, né? Rotomoldagem… a gente tem bem certinho a curva, é, dos estados onde se atua mais com a rotomoldagem
    Ver aproximadamente aos 12:54
  4. 4

    Rotomoldagem ainda é invisível: como transformar desconhecimento em oportunidade de mercado

    Quando falamos sobre a presença do processo no Sul e em outras regiões, muitas vezes as pessoas ainda não conhecem a rotomoldagem além de parquinhos e caixas d'água — mas é aí que mora a chance de crescimento. Contamos o caso real de um cliente no Norte/Nordeste que ainda produz caixas em fibra de vidro, sem acesso a fornecedores locais de rotomoldagem e com custo alto, enquanto outro fabricante saltou de uma peça por dia para vinte ou trinta ao migrar para o processo.

    Nós chegamos desenvolver um produto, justamente, era fibra de vidro, ele fazia uma peça por dia, a gente chegava a fazer vinte, trinta peça pra ele quando a gente passou em rotomoldagem
    Ver aproximadamente aos 18:04
  5. 5

    Na Plástico Brasil, quebramos um paradigma: levamos rotomoldagem onde só se via injeção

    No chão de fábrica, quem quer trocar o vaso de cimento pelo plástico esbarra sempre na mesma dúvida: quanto custa entrar e quando o investimento se paga? Falamos de como a Rototécnica, além de indicar a máquina certa, faz esse cálculo na mão e ainda quebra outro paradigma — mostramos ao mercado que não existe só o equipamento top, existe a solução enxuta, sem sensores desnecessários e com porta manual, pra quem está começando sem comprometer a qualidade. E foi essa cara que levamos pra Plástico Brasil, onde muita gente viu pela primeira vez uma rotomoldadora numa feira de plástico, provando que o que falta não é buscar novidade na Alemanha, mas sim ter coragem de inovar aqui, com humildade.

    Nossa, eu vi pela primeira vez uma máquina de rotomoldagem na feira, né, de plástico.
    Ver aproximadamente aos 23:30
  6. 6

    Rotomoldagem além do carrossel: como a máquina certa evita o vexame na terceirização

    No chão de fábrica, a rotomoldagem ainda é associada a um único tipo de máquina, mas é justamente essa falta de conhecimento que leva empresas a aceitarem fornecedores com produtos de qualidade vergonhosa. No episódio, mostramos que a escolha do equipamento — de uma Open Flame a uma carrossel — deve seguir a necessidade real de quem está começando, e contamos como um cliente só percebeu o problema na peça que recebia depois de aprender a taguear seus moldes em um treinamento.

    Nós tivemos um pessoal com a gente fazendo um treinamento. A hora que ele mostrou pra mim a qualidade dos produtos que o fornecedor manda pra ele, olha, é vergonhoso.
    Ver aproximadamente aos 29:02
  7. 7

    O projeto que ninguém acreditava ser possível em rotomoldagem

    No chão de fábrica, a ansiedade por revelar novidades esbarra sempre na velha pergunta: será que minha máquina dá conta? Neste episódio, mostramos como a verdadeira engenharia começa antes do forno ligar — com o dimensionamento certo, ouvindo o cliente e validando cada detalhe da peça. E contamos o caso de um produto inovador que recebe carga mecânica elevada e surgiu no mercado porque participamos do início ao fim: projeto do molde, da máquina e dos testes, provando que até o que parece impossível pode sair do forno.

    Tem casos que a gente dimensiona uma máquina bem pequena só pra um molde, porque a produtividade dele não justifica um investimento tão alto
    Ver aproximadamente aos 34:38
  8. 8

    Encurtar caminhos não é cortar etapas: como a Rototecna entrega resultado onde todo projeto dá problema

    Quando falamos sobre o que diferencia um projeto que empaca de um que roda forte no chão de fábrica, a resposta mora na somatória das escolhas certas — as pessoas certas, os produtos certos e um DNA de desenvolvimento que não aceita atalhos. Contamos o caso de um líder de mercado que passou por um projeto completo de reestilização de peça e ajustes técnicos, e que hoje produz muito diariamente com a máquina certa para a produtividade que precisava. E é isso que entregamos: a capacidade de contornar os empecilhos que aparecem no meio do caminho, porque tudo dá problema — o que muda o resultado final é como você encara cada um deles, e é essa resiliência que constrói reputação.

    Tudo, tudo que você vai fazer dá problema. É como você vai encarar esses problemas, de que forma você contorna esses problemas, é que vai dar o resultado final.
    Ver aproximadamente aos 39:40
  9. 9

    Nova tela da WEG transforma máquina de rotomoldagem em assistente que fala, vibra e ensina

    Quando perguntamos sobre a possibilidade de comandar a máquina por voz, como a Alexa, o papo abriu caminho para uma verdadeira prévia do futuro: a máquina 5.0 que estamos montando traz uma tela touch inédita da WEG, com multi touch, supervisório embutido e até media player. Essa tela não só permite gestos de celular, mas também pode dar alertas falados — como 'Atenção, verifique tal coisa' — e, se um sensor falhar, ela abre um vídeo mostrando exatamente como o operador deve agir. E se você segurar o dedo para salvar uma receita, ela vibra, confirmando o toque, quase como um celular.

    Vai ser uma virada de chave na questão de painel, de questão de comando
    Ver aproximadamente aos 44:46
  10. 10

    Chega de operador no escuro: a máquina que avisa antes do fogo

    No chão de fábrica, o maior perigo não é a máquina quebrar — é o operador que não percebe o problema até a fumaça aparecer. Falamos sobre como muitos apertadores de botão passam o dia inteiro com uma peça furada ou um molde caído, sem saber corrigir, e como a tecnologia certa dá a ele a informação que falta: temperatura fora do padrão, movimento parado, cor trocada. E mostramos que a solução já está chegando com supervisórios inteligentes e alertas sonoros que avisam na hora do desvio, além de câmeras de visão óptica que enxergam dentro do forno — porque é muito melhor prevenir com um sinal sonoro do que remediar correndo atrás de um incêndio.

    Ver aproximadamente aos 49:47
  11. 11

    O que é uma receita na rotomoldagem e como ela evita o erro das duzentas peças azuis

    Errar a cor de um lote inteiro é um pesadelo comum no chão de fábrica — como na empresa que fabricava duzentas peças azuis quando o pedido pedia dez azuis e vinte pretas. Falamos sobre como a máquina pode avisar o operador pelo celular na hora certa de trocar a cor, e detalhamos o conceito de receita para quem ainda não conhece: a programação completa de tempos, temperaturas, rotações de braço e prato em estágios que controlam a peça do forno ao resfriamento.

    A tela ela disponibiliza lá, é, rotações, né, de braço, prato, temperatura, é, tempos. E você tem que programar em cinco estágios o que vai acontecer com a peça no momento que ela entrar dentro do molde
    Ver aproximadamente aos 54:50
  12. 12

    Controle de processo: quando a tecnologia acaba com o 'saber oculto' da fábrica

    No chão de fábrica, a dependência de um único operador que regula o painel 'escondido pra ninguém ver' é um gargalo que不少 empresas ainda enfrentam — e foi exatamente essa dor que destrinchamos neste trecho. Falamos sobre como a tecnologia de controle de processo elimina esse apagão de conhecimento, permitindo que qualquer mudança de produção seja feita via receita pré-programada, sem depender de 'fulano'.

    Ficar dependente de como eu já vi vários casos lá, só daquela pessoa que vai lá no painel, regula, mexe lá e escondido pra ninguém ver o que ele tá fazendo
    Ver aproximadamente aos 59:59
  13. 13

    Forno a 300°C em 70 segundos: a eficiência que o mercado ainda não conhece

    Em nossa conversa, revelamos os bastidores de uma tecnologia que aquece o forno a 300 graus em apenas um minuto e dez, enquanto as máquinas convencionais precisam de pelo menos um minuto e meio. Esse salto de eficiência vem de um sistema de recirculação cilíndrico bem dimensionado e exaustores radiais, que geram uma pressão diferente e reduzem drasticamente o consumo. E lembramos de um caso extremo do passado, quando um rotomoldador improvisava um forno com churrasqueira a carvão e tinha apenas 30% de aproveitamento — algo que hoje parece surreal diante do nível de tecnologia que a Rototecnica entrega com preço competitivo.

    Ele automaticamente, ele se autoajusta. Então ele sobe pra ir a todo vapor, né, toda a velocidade dele. Pra vocês ter uma ideia, em um minuto e dez ele chega a trezentos graus.
    Ver aproximadamente aos 1:04:59
  14. 14

    Do forno rotacional à chapa inflada: o mapa completo das máquinas que a Rototécnica projeta

    Em meio àquela conversa boa que flerta com o churrasco — e quem nunca pensou em pendurar uma costela num forno rotacional? —, o papo ganhou um rumo essencial: afinal, quais são os modelos de máquina que a Rototécnica oferece? Falamos da linha Shuttle, com estações paralelas que permitem parar um carro para manutenção sem travar a produção, do carrossel interligado, do RotoLab para laboratório e até dos fornos de chama aberta. E fomos além da rotomoldagem, explicando como o vacuum forming trabalha chapas de ABS, polietileno e policarbonato, com o tal do balão que infla a chapa antes do molde subir — tudo para evitar estiramento em peças altas.

    A gente tem que entender qual é o produto que o cliente quer e atender ele da melhor forma possível.
    Ver aproximadamente aos 1:09:59
  15. 15

    O balão no vacuum forming não é só pressa: é a chave para uma peça sem estiramento

    No chão de fábrica, muitos veem o balão como um atalho para acelerar o vácuo, mas a conversa revela que sua função é bem mais sutil: ele evita o estiramento irregular, garantindo que peças como malas de viagem mantenham espessuras uniformes nos cantos. A partir dessa troca técnica, surge a proposta de um grupo ativo, com encontros mensais, onde empresas de todo o setor plástico possam compartilhar problemas e soluções, transformando a rotomoldagem em um mercado que se moderniza junto. Falamos sobre a importância de ouvir e chegar a um denominador comum, como no 'toró de parpito', para que cada desafio vire uma oportunidade de evolução e negócio.

    O balão é justamente pra, pra não acontecer um estiramento irregular na peça.
    Ver aproximadamente aos 1:14:59
  16. 16

    Do metal ao polietileno: como migrar produtos e não bater cabeça no início

    Quando alguém começa na rotomoldagem, a primeira tentação é sair fazendo sem rede de apoio — e é aí que muitos se perdem. Neste encerramento, falamos sobre a importância de treinar quem opera a máquina, usar insumos de qualidade e, principalmente, enxergar o mercado além do óbvio, migrando peças de fibra, madeira ou metal para o polietileno com design arrojado e resistência à corrosão. E deixamos claro que não se deve trilhar esse caminho sozinho: buscar empresas parceiras e sérias, como a Rototécnica, é o atalho para economizar tempo e dinheiro, pois a orientação certa faz toda a diferença entre desanimar no meio do caminho ou construir um negócio sólido.

    Sempre, é aquilo eu falo: treinar as pessoas, que é o que vocês querem, tão fazendo com isso, é uma forma de treinamento, levar informação.
    Ver aproximadamente aos 1:20:03
  17. 17

    Sigilo industrial: o que sua empresa precisa para desenvolver um produto sem dor de cabeça

    No encerramento deste episódio, falamos sobre um dos medos mais legítimos de quem desenvolve um produto na rotomoldagem: ver a própria ideia vazar e chegar ao mercado antes do lançamento oficial. Contamos como a confiança construída com parceiros como a Rototecnica não é só sobre qualidade de molde, mas sobre um compromisso real com a proteção do seu projeto — do sigilo ao envolvimento direto do cliente em cada etapa dos testes. Mostramos que procurar empresas idôneas, que abrem as portas para você acompanhar a evolução do seu produto, é o que separa uma parceria segura de um risco desnecessário no chão de fábrica.

    É saber que o seu produto ninguém vai ficar sabendo, só quando você quiser que as pessoas venham saber disso.
    Ver aproximadamente aos 1:25:20
  18. 18

    Rototécnica: parceria que abre portas para o mercado de rotomoldagem

    Encerramos este ciclo reforçando o convite para conhecerem a Rototécnica, uma parceria que chegou até nós pelas conexões certas e que hoje recomendamos de olhos fechados. Falamos sobre como essa aproximação com a Portal pode render novas conversas e oportunidades, e já adiantamos o que vem por aí na semana que vem: um papo sobre usinagem sequencial e insertos, um tema que muita gente desconhece mas que pode facilitar muito o processo. Fica o compromisso de estarmos juntos, sexta-feira ao meio-dia, sempre trazendo conteúdo que faz a diferença no chão de fábrica.

    Sim, nós estamos finalizando aí um pessoal que trabalha com usinagem sequencial e insertos pra área de rotomoldagem.
    Ver aproximadamente aos 1:31:07

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